Relatos de assaltos e falta de policiamento em estações da SuperVia geram medo entre passageiros
A segurança nas estações do Ramal Santa Cruz tem sido alvo de preocupação crescente entre moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Relatos de assaltos, furtos e sensação de insegurança vêm sendo compartilhados por passageiros que utilizam diariamente o sistema ferroviário operado pela SuperVia.
Segundo usuários, episódios de criminalidade estariam ocorrendo principalmente nos horários de maior movimento, como no início da manhã e no período noturno. A ausência de policiamento visível em algumas estações também tem sido apontada como um dos principais fatores de risco.
Passageiros relatam medo na rotina diária
A rotina de milhares de trabalhadores que dependem do transporte ferroviário tem sido impactada pela insegurança. Muitos passageiros afirmam que medidas de autoproteção passaram a ser adotadas, como evitar uso de celular nas plataformas e permanecer em grupos durante o embarque.
A sensação de vulnerabilidade tem sido intensificada pela iluminação considerada insuficiente em determinados pontos e pela falta de controle de acesso em algumas estações.
Cobrança por reforço na segurança
Diante do cenário, reforço no policiamento e maior presença de agentes de segurança vêm sendo cobrados por moradores e usuários do sistema. A atuação integrada entre forças de segurança pública e a concessionária responsável pelo transporte tem sido apontada como essencial para conter a criminalidade.
A SuperVia é responsável pela operação das linhas ferroviárias na Região Metropolitana e, frequentemente, é acionada para prestar esclarecimentos sobre segurança nas estações.
Impacto no transporte e na qualidade de vida
A insegurança no transporte público é considerada um fator que afeta diretamente a qualidade de vida da população, especialmente na Zona Oeste, onde grande parte dos moradores depende do trem para deslocamento até outras regiões da cidade.
Especialistas apontam que a falta de segurança pode influenciar até mesmo a economia local, dificultando o deslocamento de trabalhadores e reduzindo a mobilidade urbana.
Enquanto isso, passageiros seguem utilizando o sistema com cautela, à espera de medidas mais efetivas para garantir a segurança nas estações.