quarta-feira, 24 de maio de 2017

A ZO QUER SABER: Segurança Pública - Justiça ou Vingança?

No próximo sábado (27), às 15h, a Praça Rosária Trotta, próximo ao centro de Campo Grande, recebe o projeto "A Zona Oeste quer saber", onde será realizado debate entre cinco nomes conhecidos como:


Marcelo FreixoDeputado Estadual, professor de história e defensor dos Direitos Humanos. O mesmo vai abordar o tema "A relação entre Crime, Criminoso, Polícia e Estado".

Luciana Boiteux que é professora de Direito da UFRJ. Mestra em Direito da Cidade, Doutora em Direito Penal, Pesquisadora do tema Política de Drogas e Direitos Humanos. Tema em debate: "A Guerra as Drogas e Democracia".

Coronel Ibis Pereira, hoje reformado, ocupou funções importantes na PMERJ: Foi relações-públicas e comandou a Escola Superior de Polícia, até chegar ao comando geral da corporação em 2014. Eixo: "As condições de trabalho e a Reforma Policial".

Luís Dóro, Agente Penitenciário, ficará com o eixo "Insegurança pública, causas e consequências" vai ajudar no entendimento de como as coisas funcionam dentro da cadeia pelos olhos de quem trabalha com isso.

Henrique Vieira, pastor da Igreja do Caminho, militante dos Direitos Humanos. "Direitos Humanos, Cidadania e Sociedade".

A mediação do debate fica por conta do William Siri: Tudista, estudante de economia e vereador suplente da cidade do Rio de Janeiro.

VEJA MAIS DETALHES SOBRE O EVENTO 

O fato de existir alguma divergência ideológica entre seres humanos não permite a violência entre ambos; Há sempre uma solução a ser encontrada pelo diálogo. É nessa atmosfera que o coletivo Tudonumacoisasó chega com o projeto A Zona Oeste quer saber. Dia 27 de maio, na Praça Rosária Trotta, em Campo Grande. 

Muito mais do que tentar convencer quem vier pra um evento sem muros, a divisão por temas e pessoas que vivem cada um dos vieses da segurança pública mostra como ela é plural e que não só a universidade pode ouvir e opinar sobre isso. Ou seja, o objetivo é propor uma reflexão coletiva.

Esperamos entender melhor disso com a presença de todas e todos, reconhecendo que qualquer um, independentemente do nível de formação acadêmica, tem muito a ensinar e aprender.

Estaremos de coração e mente aberta pra quem vier colaborar e até mesmo discordar, desde que dentro do processo democrático. 

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